Fashion

Marina Ruy Barbosa estreia como empresária de moda

Debutando na cena fashion no papel de empresária de moda – lançou a marca: Ginger – a atriz global Marina Ruy Barbosa pinta – toda très belle – em reportagem de capa da revista Glamour – edição de setembro –, que já aterrissou nas bancas.

Em entrevista, ela conta sua redescoberta na quarentena e o novo desafio de se aventurar no mundo da moda. “Esta pandemia me deixou ainda mais evidente o quanto as nossa ações individuais afetam o coletivo” – enfatizou. Acrescentando que “quem temvoz não pode mais perder de vista a sua responsabilidade ao se comunicar”. E que “ainda há lugar para o lúdico, a leveza. E que, em algum momento, é preciso fazer uso desses espaços para levar ao público mensagens relevantes, que ajudem a mudar o que está ao nosso redor”.

“Nunca usamos tanto a nossa criatividade como nessa crise”

Debut com um toque de filantropia

Para Marina Ruy Barbosa, “nunca usamos tanto a nossa criatividade como nesta crise – na moda e em todos os negócios. Ficamos meses trancados em casa, o que refletiu na maneira como consumimos. Vejo marcas mais preocupadas com inclusão, com o meio ambiente; mais engajadas em contribuir de alguma forma para a sociedade. É um caminho sem volta”.

Segundo Marina, que destinou os lucros da primeira coleção para a Gerando Falcões, “a pandemia mostrou a discrepância social e econômica do nosso país. A população mais pobre, como sempre, segue sendo a mais afetada. Já tinha um trabalho com a ONG, e com a chegada da Covid-19, senti vontade e necessidade de ajudar mais. Sei que posso fazer a diferença com a minha voz e imagem. Quis usar isso para um propósito maior”.

Aprendizado para o futuro

No olhar de Marina Ruy Barbosa, “a gente vai vivendo, errando e acertando e tirando lições das coisas. O mais valioso é quando enxergamos o que está ruim ou fora do lugar.  Comecei a entender que estava pesado demais carregar a cobrança que eu fazia a mim mesma. Antes que eu ficasse doente, me dei conta de que não podia mais me tratar assim. É sofrido. Mas é um aprendizado contínuo. Tenho escolhido ser mais gentil comigo e aceitado que preciso caminhar no meu ritmo. O isolamento social também ressignificou o papel dos influenciadores…Esta pandemia deixou ainda mais evidente o quanto as nossas ações individuais afetam o coletivo. Precisamos ter essa atenção. Quem tem voz não pode mais perder de vista a sua responsabilidade ao se comunicar. Ainda há lugar para o lúdico, a leveza. Mas, em algum momento, é preciso fazer uso desses espaços para levar ao público mensagens relevantes, que ajudem a mudar o que está ao nosso redor”.

Lição de autoconhecimento para as mulheres

Palavras de Marina:

– Quando nos conhecemos de verdade, passamos a entender o que temos de melhor e o que não gostamos em nós mesmas. Não tem problema querer mudar. O ruim é quando a gente se maltrata ou não se aceita porque alguma coisa não está do jeito que queríamos. Conviver com essa frustação é cruel. Temos limitações, e conseguir identificá-las nos ajuda a saber até onde devemos insistir ou quando é hora de mudar de rota. A gente trata as pessoas que amamos com cuidado, gentileza e respeito. Mas, por vezes, esquecemos de exercer esses sentimentos conosco (flashes: Revista Glamour/Divulgação).

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